terça-feira, 1 de julho de 2008

INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO

Sou de uma geração em que computador era uma máquina enorme, e que víamos nos filmes de ficção científica. Minha geração estudou nas escolas dirigidas pelo regime militar, com atenção voltada para o ensino técnico, para a iniciação ao trabalho baseados em rígidos conceitos morais e cívicos. Minha geração é a geração movida pelo medo, medo do diferente, medo de tentar ser diferente, porque isso nos foi podado, não tínhamos direito à livre expressão.
Porém minha geração foi à luta, graças aos "caras pintadas" como éramos chamados, e de tantos outros que se atreveram a ser diferentes, vivemos hoje numa democracia, temos direitos que antes nem sonhávamos, um desses direitos é o direito à educação pública de qualidade.
Hoje nossos filhos já encontram, ao ingressar na escola, escolas adaptadas ou em adequamento à informatização, com salas e laboratórios de informática.
Aqueles computadores enormes, hoje são realidade, em tamanho muitas vezes reduzidos a ponto de caber na palma da mão (Palmtop). A geração atual inicia o contato com a tecnologia desde os primeiros anos de vida, ao seu redor a tecnologia está em seus brinquedos e nos eletrodromésticos presentes em seu lar.
Quase a maioria dos lares possuem um micro computador (PC) facilitando o acesso à informática.
A escola contemporânea está sendo adaptada a essa realidade, escolas estão facilitando a seus alunos a inclusão digital. Professores buscando o conhecimento técnico e o aprimoramento na área da informática, perdendo o medo, afim de instruir melhor seus alunos.
Hoje encontramos escolas em que seus alunos utilizam os computadores para pesquisa, aprimorar conhecimentos adquiridos em sala de aula, mantendo contato pela internet com alunos de outras escolas, outras cidades e até outros países. Tudo isso facilita a interação e aumenta a potencial de aprendizagem.
O importante é que o computador seja inserido como facilitador ao conhecimento e um instrumento didático a ser utilizado com planejamento e objetivos e não como mero divertimento.

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